Processador de alimentos vale a pena? (prós, contras e para quem)
Os prós (onde ele brilha)
- Economiza tempo de verdade — pica uma cebola, um maço de cheiro-verde ou uma cenoura em segundos, sem lágrima e sem faca;
- Faz o que a faca não faz bem — patês, pastas, hummus, farofa, massa de torta, molho pesto, carne moída em casa;
- Padroniza o corte — legumes no mesmo tamanho cozinham por igual e ficam mais bonitos;
- Rende no volume — quando você cozinha para a semana ou recebe gente, ele muda o jogo.
Os contras (o lado chato)
- Ocupa espaço — é mais um aparelho na bancada ou no armário;
- Mais peças para lavar — tigela, lâmina e discos; melhor lavar logo após o uso;
- Não faz líquido bem — para suco e vitamina, o liquidificador ainda ganha;
- Se usar pouco, encalha — quem quase não cozinha acaba deixando na caixa.
Para quem vale (e para quem não)
Vale a pena se você cozinha várias vezes por semana, gosta de fazer comida do zero, prepara marmitas, tem família grande ou recebe gente com frequência. Talvez não valha se sua cozinha é basicamente café, sucos e vitaminas, ou se você raramente cozinha em casa — aí o dinheiro rende mais em outro aparelho.
Ainda em dúvida sobre qual modelo? Veja as indicações por perfil no guia dos melhores processadores e o que olhar antes de comprar em como escolher.
Perguntas frequentes
Processador vale a pena?
Vale muito para quem cozinha com frequência — pica, tritura e faz molhos e massas em minutos. Para só sucos e vitaminas, o liquidificador resolve.
Qual a diferença para o liquidificador?
O liquidificador é para líquidos (sucos, vitaminas, sopas). O processador é para o preparo sólido (picar, ralar, fatiar, massas).
É difícil de limpar?
Tem mais peças que o liquidificador, mas a maioria vai à água comum. O segredo é lavar logo após o uso.